Eu pensava que na plenitude dos meus 74 anos -graças a Deus - já ter visto tudo, ou melhor quase tudo em matéria de futebol. Ledo engano.
Vivenciei por mais de 3 décadas, começando em 1950, passando por 1960 e chegando a 1970 toda a magia do futebol arte brasileiro. Era Zizinho, Pelé Coutinho, Garrincha, Nilton Santos e tantos outros todos parcitipantes da epóca de ouro de futebol brasileiro.
Depois entramos na a era dos cinturas duras, dos jogadores tipo "soldadinho de chumbo" jogadores duros, sem cintura e sem criatividade com algumas exceções.
Para alegria de todos nós, amantes do futebol arte, tivemos a felicidade de na última terça-feira reencontrar aquele futebol que já estava esquecido , aquele futebol que encheu o peito do torcedor brasileiro que dizia com orgulho:TEMOS O MELHOR FUTEBOL DO MUNDO.
No jogo contra os Estados Unidos, o drible, o passe a bola de trivela, e elastico a caneta voltaram com todas força ao nosso futebol Voltaram sem esnobismos .voltaram porque os jogadores escolhidos pelo técnico Mano Meneses foram instruidos com sabedoria para praticarem o futebol moleque,futebol com arte, sem brucutus sem frescura mais com criatividade.
Fiquei empolgado mais com cautela, até porque muita água ainda ira passar por debaixo da ponte. Haverão contra tempos que deverão ser superados pela inteligência e objetividade do nosso treinador.
Rei morto, Rei Posto.
O FUTEBOL BRASILEIRO VOLTA COM PASSOS CERTOS AO LUGAR QUE NUNCA DEVERIA TER SAÍDO
Cezar Rizzo
Nenhum comentário:
Postar um comentário